Com aporte da Mauá Capital, de Luiz Fernando Figueiredo, fintech chega ao mercado

Bernardo Vale e Henrique Echenique, cofundadores da Marvin (Divulgação
Bernardo Vale e Henrique Echenique, cofundadores da Marvin (Divulgação)

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A nova regra para recebíveis de cartões está prevista para entrar em vigor em 7 de junho, depois de ter sido adiada três vezes. E algumas fintechs já estão desenvolvendo soluções para aproveitar o potencial desse segmento. Tamanho existe: o mercado de cartões movimenta R$ 2 trilhões — a maior parte é cartão de crédito (R$ 1,18 trilhão), segundo a Abecs. Portanto, uma avenida a ser explorada.

A Marvin, que chega ao mercado nesta terça-feira (18), está lançando uma plataforma que busca democratizar as vendas da indústria, ampliando prazo sem assumir o risco de crédito do seu cliente, o pequeno varejo. E a fintech já nasce com uma rodada de investimentos liderada pela Mauá Capital, gestora de R$ 6 bilhões fundada por Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de política monetária do Banco Central (BC). O valor do aporte não foi divulgado, mas a fintech diz ter sido avaliada em R$ 65 milhões, nessa sua primeira captação.

Bernardo Vale e Henrique Echenique, cofundadores da Marvin (Divulgação)

À frente da nova fintech — que começa com uma equipe de 12 pessoas — estão Bernardo Vale (ex-Monkey Exchange, Stone e BTG Pactual) e Henrique Echenique (ex-Itaú Unibanco e Itaú BBA, com passagem também pela CERC). Como CTO, a startup trouxe Marcos Vinícius Trigo (também ex-CERC); para CCO, Ricardo Figliolini, ex-Adyen; e na área de people, a liderança é de Viviane Kuaye, ex-Itaú e Citi.

“O Banco Central está transformando a vida dos bancos em um ‘mar aberto’, com o cliente sendo a prioridade. Hoje, a padaria só consegue antecipar os recebíveis com aquela maquininha que ela usa. Com a nova regra, poderá antecipá-lo com qualquer agente financeiro. Isso é um marco. E a Marvin vem exatamente nessa direção”, diz Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do BC e sócio da Mauá Capital, em entrevista exclusiva ao Finsiders.

Mas, afinal, o que a Marvin se propõe a fazer? “Estamos reorganizando o fluxo de caixa do pequeno varejo. Basicamente, ajudando-o a fazer uma boa gestão dos recebíveis. Por outro lado, ajudamos as indústrias não só no contas a pagar, mas a olhar a alavancagem no aspecto de vender mais. O cerne da estratégia é transformar recebível em um novo método de pagamento”, explicam ao Finsiders os fundadores, Bernado Vale e Henrique Echenique.

Acordos

O plano da Marvin é transacionar R$ 500 milhões ao longo do segundo semestre. “Vamos nascer com volume transacionado grande porque tíquete médio é grande”, dizem os empreendedores. A fintech já tem acordos com cinco grandes indústrias, incluindo distribuidores de combustível a empresas de materiais de construção, além de uma das maiores redes de franquias do país — por contrato, os nomes não foram revelados.

“Não estamos anunciando ainda, mas o que dá para dizer é que todos eles vendem para, pelo menos, 3 mil PDVs, como lojas, restaurantes e postos de combustíveis. É um efeito cadeia absurdo”, contam Vale e Echenique.

A Marvin é um software as a service (SaaS), e ganha um percentual sobre cada transação (take rate). A indústria e os varejistas não pagam para se cadastrar na plataforma; só são cobrados quando operam. “Diariamente, a plataforma mostra o que tem agenda disponível. Somos o balcão”, explicam os founders.

Ex-Monkey Exchange, Bernardo Vale estava, inclusive, liderando o Spike, unidade de negócio lançada em fevereiro pela fintech fundada por Gustavo Muller. Pela Spike, lojistas poderão oferecer sua carteira de recebíveis de cartão de crédito ou parte dela para financiadores.

Questionado sobre sua saída para montar a Marvin — que de certa forma, vai concorrer com a Spike –, o empreendedor desconversou e disse que a circular do BC vai permitir várias iniciativas dentro de arranjos de pagamento. “Literalmente, é uma corrida e larga todo mundo junto”.

Recebíveis

A norma do Banco Central (BC), prevista na Circular 3.952/2019, determina o registro de todos os recebíveis gerados por vendas pagas com cartões, trazendo maior flexibilidade e liberdade para os lojistas, e mais liquidez ao segmento. Além disso, a nova regulação limita a trava bancária.

O mercado vem se preparando para operar sob as novas regras. A Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), a Central de Recebíveis (CERC) e a TAG — registradora da Stone — afirmaram ao BC estar preparadas, conforme matéria publicada pelo Valor no último dia 12 de maio. CERC e TAG já estavam prontas em fevereiro, quando a circular entraria em vigor, mas a CIP não, o que fez o Banco Central adiar novamente a norma.

Na foto, Bernardo Vale e Henrique Echenique, cofundadores da Marvin (Divulgação)

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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