Tendência no varejo, embedded finance ajuda a fidelizar clientes

Bancos
Mikhail Nilov - Pexels

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Que o conceito de banking as a service (BaaS) está aquecido mundo afora, isso já não é mais segredo para ninguém. No Brasil, isso não é diferente. O crescimento desse modelo de negócio segue a tendência global do chamado embedded finance, conceito que tem se fortalecido com a chegada do Open Banking e sua evolução, o Open Finance.

No varejo, grandes players têm tentado fisgar os seus clientes com produtos e serviços financeiros por meio de suas plataformas digitais. É o caso do banQi, banco digital da Via (antiga Via Varejo), que em meados de julho, inclusive, recebeu a aprovação final do Banco Central (BC) para operar como uma SCD (Sociedade de Crédito Direto).

Um dos grandes trunfos do banQi, segundo Carlos Leoni, diretor de cartões, inovação e meios de pagamento da fintech, é o relacionamento do cliente com a Casas Bahia, uma das marcas da Via. O público-alvo é uma base de mais de 97 milhões de clientes, que compram nas mais de 1 mil lojas da rede.

“Nosso compromisso é com ele [o cliente], colocando-o no centro. É preciso reforçar o protagonismo que as soluções financeiras têm no endereçamento dessa jornada. Para isso, a gente precisa entregar soluções que façam sentido para ele”, disse Carlos durante o Finance View, evento realizado na semana passada, que contou com o apoio do Finsiders.

Para isso, o banco digital aposta em parcerias com outros players do mercado, como a Celer, fintech comprada pela Via em abril. Por meio da Celer, o banQi oferece soluções de crédito diretamente nas maquininhas, um claro avanço da plataforma de olho no público PJ.

“Não adianta ter um discurso bonito. São várias empresas que vão ter uma zona de intersecção. Competitividade não vai ser só isso”, complementa.

Quem também está de olho nesse mercado de finanças embarcadas é o Agibank (que agora é Agi). A mudança da marca, inclusive, faz parte do plano de expansão do banco digital, que terá Rose Rios, ex-chefe do Tesouro dos Estados Unidos entre 2009 e 2016, como conselheira. O ecossistema Agi ainda é composto pelo Agi Compras e a HypeFlame, empresa de tecnologia fundada no ano passado.

Com o Open Finance, a empresa visualiza uma inclusão ainda maior dos consumidores, o que na visão de Marcelo Oliveira, diretor executivo de plataformas digitais e marketplace do Agi, não passa apenas pela importância de uma boa tecnologia em si, mas pelo acesso à informação correta.

“Com isso, você modela crédito de uma maneira diferente, ajuda a oferecer isso melhor, inclui mais. Você cria uma capacidade de expansão para novos mercados. É importante poder consolidar presença onde nós já a temos, mas com o acesso a informação mais rica, nós enxergamos ganhos de escala mais significativos”, afirmou, durante o Finance View.

Um outro player que também tem ganhado espaço neste mercado é o Bom Pra Crédito, que em junho anunciou o lançamento de uma modalidade digital do CDC (Crédito Direto ao Consumidor), além da abertura da sua plataforma — até então destinada a bancos e fintechs — para o mercado de capitais.

O novo produto criado pela empresa, inclusive, acompanha o ‘boom’ de soluções chamadas de “Buy Now, Pay Later”, ou BNPL — o bom e velho “crediário” — o que dá ao cliente acesso a múltiplos financiadores

“A gente está falando de inclusão. Existe um ponto importante que quanto mais a gente tiver dando o poder de escolha para o consumidor, mais ele estará ganhando”, disse Ricardo Kalichsztein, fundador e CEO da empresa, durante o evento.

Para além de uma tendência inclusiva, ele também acredita em um movimento de colaboração entre as empresas, sobretudo por se tratar de um mercado que tem muito a crescer e amadurecer. “Acredito muito nessa convergência entre serviços financeiro e varejo, bancos serem cada vez mais marketplaces e os varejistas concederem crédito. Temos uma agenda enorme e super importante ainda pela frente”, afirmou, no Finance View.

Mercado aquecido

O mercado de BaaS segue a todo o vapor, e com movimentações de players do varejo. Este ano, foi concluída a aquisição da Hub Fintech pelo Magalu. No início de maio, a Ame Digital, fintech e plataforma mobile de negócios da Americanas e da B2W, comprou a Nexoos, plataforma P2P lending, que conecta pequenas e médias empresas (PME) a investidores.

A Nexoos foi a terceira aquisição feita pela Ame para construção do seu motor de crédito. Em dezembro, a fintech da B2W já tinha comprado a plataforma de open banking Bit Capital e a Parati Capital, que atua com BaaS.

Já o Carrefour segue com a Ewally, aplicativo e conta digital que permite operações como pagamento de boletos, transferências e recarga de celular. Nos últimos 12 meses, segundo o balanço de resultados, o volume total transacionado (TPV) na companhia chegou a R$ 1,6 bilhão, crescimento de mais de 1.000% no período. Ao todo, o número de contas cresceu 507% no último ano — só de transações, o aumento foi de 575%. A empresa não divulga a base.

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Embedded financial services na prática, por Paulo David

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Giovanni Porfírio é jornalista com cinco anos de carreira, foi editor web no Startupi antes de chegar ao Finsiders. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-graduando em Produção e Práticas Jornalísticas na Contemporaneidade na Faculdade Cásper Líbero (FCL), teve passagens, ainda, por RICTV Record Londrina e Folha de Londrina.

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