Artigo | 5 motivos para entrar (de vez) no universo das moedas digitais

Reprodução/Pixabay.

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*Por Cássio Rosas, especial para o Finsiders

Pagar determinada quantia por um produto é um hábito que existe há muito tempo – e que continuará existindo no futuro. O que muda é a forma como fazemos isso. Do escambo na Idade Média passamos para dinheiro, cédulas, notas, cheques, cartões e transações virtuais. Agora estamos diante de uma nova mudança: a entrada das moedas digitais.  

Sim, esses ativos estão cada vez mais presentes nas lojas brasileiras, e os consumidores, antes reticentes, começam a fazer bom uso do modelo. Pesquisa da Mastercard indica que 40% dos consumidores desejam utilizar criptomoedas já a partir de 2022 – e 75% usariam se tivessem melhor compreensão sobre elas. Os dados mostram que as barreiras em relação a elas estão caindo. Para ajudar nessa compreensão, veja cinco motivos para acabar com o receio e entrar de vez nesse universo:  

5 motivos para entrar (de vez) no universo das moedas digitais
Cássio Rosas é diretor de contas Enterprise & Estratégia da Wiboo. (Divulgação/Wiboo)

1 – Popularização em diferentes segmentos 

As moedas digitais e todo o universo cripto ganharam um espaço significativo com a valorização contínua dos principais ativos, como o bitcoin, nos últimos anos. Isso fez as empresas passarem a enxergar esse nicho com outros olhos. Dessa forma, diferentes segmentos do varejo, de supermercados a drogarias, passando por lojas de departamento e franquias, estão começando a adotar esse meio de pagamento em suas transações, oferecendo uma modalidade rápida, segura e simples para as relações de troca.  

2 – Segurança nas transações  

Quando o assunto é dinheiro, qualquer novidade é acompanhada com ressalvas no início. Foi assim com os cheques, cartões e, agora, com as moedas digitais. Contudo, a preocupação que organizações e usuários tinham em relação a esse universo foi, pouco a pouco, ficando para trás. Hoje muitos sabem que o blockchain, tecnologia que serve como base para os principais ativos digitais, é um dos elementos mais seguros para transações on-line, permitindo que a informação viaje pela web em blocos criptografados por complexos códigos matemáticos, dificultando a ação de cibercriminosos.  

3 – Transparência das informações  

Outra metamorfose das moedas digitais nos últimos anos está relacionada à transparência das informações. Se antes elas eram associadas a transações suspeitas, hoje a história é bem diferente – novamente graças à força do blockchainAs trocas de informações entre os criptoativos baseados nessa tecnologia são totalmente transparentes. Ou seja, é possível rastrear a navegação dos blocos de informações, mas é praticamente impossível modificar o seu conteúdo. Se a pessoa paga 50 unidades de uma moeda digital em transação, ela pode ficar tranquila que a outra parte irá receber as mesmas 50 unidades.  

4 – Desburocratização nos pagamentos  

O mercado financeiro no Brasil evoluiu muito nos últimos anos, sem dúvida, mas os consumidores ainda precisam lidar com um elemento tipicamente nacional: a burocracia. Pagar uma simples transação pode se revelar mais complexo do que realmente é, com idas a bancos, impressão de boletos, etc. As moedas digitais, em contrapartida, prezam pela descentralização. Isto é, não passam por órgãos reguladores, o que lhes garante mais agilidade, eficiência e velocidade nas trocas entre os dados. Assim mais pessoas conseguem ter acesso fácil a esse tipo de pagamento em relação aos modelos tradicionais, por exemplo.   

5 – Compreensão de tendências 

Não é exagero dizer que a evolução tecnológica remodelou o mundo nas últimas três décadas. Hoje a velocidade das mudanças é cada vez maior do que era há dois séculos. Essa nova realidade praticamente obriga as pessoas a acompanharem e compreenderem as tendências que surgem todos os dias. Caso contrário, elas ficarão perdidas na sociedade. Uma das principais novidades na “economia do mundo real” é justamente a entrada das moedas digitais nas transações no varejo. Quanto antes os usuários assimilarem essa mudança de hábito nos pagamentos, mais rapidamente aproveitarão as vantagens que esse modelo tem a oferecer.  

*Cássio Rosas é diretor de contas Enterprise & Estratégia da Wiboo.

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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