Fintechs já levantaram US$ 3,2 bilhões no ano, aponta Distrito

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Outubro veio para reforçar, mais uma vez, que o mercado realmente está fervendo em 2021: o mês registrou um total de US$ 779 milhões em 53 rodadas de investimento em startups. Os dados são do Distrito Dataminer, braço de inteligência de dados da empresa de inovação Distrito, apresentados nesta quarta-feira (3) à imprensa.

O volume é o dobro em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado, US$ 369 milhões, apesar de que em outubro de 2020, o número de deals foi de 60 (queda de 12% para este ano).

Um outro dado também chamou a atenção. O volume de investimento ficou em US$ 8 bilhões em 2021, com 614 aportes. O número é 119% superior a todo o ano de 2020, quando US$ 3,6 bilhões foram investidos em 559 rounds. Se considerarmos apenas o intervalo entre janeiro e outubro do ano passado, quando foram registrados US$ 2,6 bilhões em 452 rodadas, o volume é 196% maior.

As principais captações do mês, segundo o Distrito, foram as realizadas pela Pismo (US$ 108 milhões), Pipefy (US$ 75 milhões), CRM&Bonus (US$ 280 milhões) e Hash (US$ 40 milhões). 

“As empresas vêm crescendo num ritmo intenso, e existe uma competitividade interessante dentro do mercado de VC que fazem com que essas rodadas sejam antecipadas e com que as empresas passem a ter mais dinheiro à sua disposição para acelerar ainda mais o seu crescimento”, diz Gustavo Gierun, sócio-fundador do Distrito, durante a coletiva.

Até o momento, a vertical de fintechs é a mais aquecida este ano, com 137 deals, totalizando US$ 3,2 bilhões. Destaques para a argentina Pomelo, que acaba de desembarcar no Brasil após captar US$ 35 milhões; Zro Bank, que levantou R$ 25 milhões e a Listo, que captou R$ 400 milhões por meio de um FIDC.

Em seguida, no acumulado do ano, aparecem retailtech, com 62 operações e US$ 1 bilhão movimentado; educação, com 46 transações e um total de US$ 552,7 milhões investidos; e por fim as martechs, com 39 operações.

M&As

As operações de M&A também não ficaram atrás. Em outubro, foram 33 delas, totalizando 211 só em 2021 — em todo o ano de 2020, esse número foi de 165, 121 de janeiro a outubro e 17 só no décimo mês daquele ano. “Isso também é reflexo do amadurecimento do nosso ecossistema e do interesse que as empresas têm tido por adquirir novas soluções, times e novas alternativas para a base de clientes”, acrescenta Gustavo.

Do início de 2021 até o fim do mês passado, as fintechs também lideraram os setores que mais registraram fusões e aquisições. No total, foram 44, seguido pelas martechs, que registraram 27. Em terceiro, aparecem as retailtechs, com 25 M&As.

Vale lembrar as principais operações de M&A realizadas, de acordo com o Dataminer. A mais recente delas foi da Olivia, comprada pelo Nubank, apurou o Pipeline, site de negócios do Valor. Engrossam essa fila ainda o Neoway, adquirida pela B3; Squid, comprada pela Locaweb, além da Juno, nova aquisição do Ebanx.

“São aquisições de diferentes tamanhos, estratégias e segmentos, mostrando que não é um movimento específico, de uma vertical específica, mas sim o mercado como um todo olhando para novas tecnologias e novas soluções”, afirma.

O Distrito também destacou o cenário de investimentos de VC no Brasil em comparação com os outros países do globo. Do início do ano até o fim de setembro, os Estados Unidos (EUA) já tinham realizado 8.869 deals (US$ 210 bilhões).

Em seguida está o Reino Unido (1.145 rodadas, totalizando US$ 22 bilhões); empatadas, estão China e Índia, com US$ 19,5 bilhões investidos (4.961 deals e 1.189 deals, respectivamente); Alemanha (US$ 12,6 bilhões em 624 deals); França (US$ 9,5 bilhões em 610 rodadas); Canadá (US$ 9,3 bilhões em 632 rounds), Brasil (558 rounds, totalizando US$ 6,9 bilhões) e por fim o México, com US$ 3 bilhões investidos em 105 deals.

Eduardo Fuentes, responsável pelo relatório Inside VC, o Brasil deixou de ser uma promessa para ser uma realidade. “Estamos em um ritmo de crescimento muito intenso e agressivo e podemos nos igualar às maiores potências no mundo em número de transações e aportes”, destaca.

Quer acompanhar os aportes e as operações de M&A envolvendo fintechs? Acesse a editoria “Cifras e deals” no site do Finsiders.

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Giovanni Porfírio é jornalista com cinco anos de carreira, foi editor web no Startupi antes de chegar ao Finsiders. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-graduando em Produção e Práticas Jornalísticas na Contemporaneidade na Faculdade Cásper Líbero (FCL), teve passagens, ainda, por RICTV Record Londrina e Folha de Londrina.

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